Consequências da perda auditiva não corrigida

 

A perda auditiva pode ser difícil de aceitar. É a constatação de que algo no nosso corpo começa a falhar, que a idade está a avançar ou até que temos um problema de saúde que causa este problema. Atuar rapidamente para corrigir o problema, ou de alguma forma compensá-lo, é fundamental. Afinal de contas, se usamos óculos quando vemos mail, porque não usar aparelho auditivo quando notamos que a audição já não é o que era?

A perda de audição não corrigida pode ter consequência graves, como por exemplo:


Declínio mental

Vários estudos têm mostrado que existe uma relação direta entre a perda auditiva nos idosos e alguns problemas cognitivos, como a demência e a depressão.

De acordo com esses estudos, a diminuição dos estímulos cerebrais causada pela perda auditiva - associada ao isolamento social que já tantas vezes referimos - afeta não apenas as áreas responsáveis pelo processamento do som e da linguagem, mas o cérebro inteiro.

 

Isolamento Social

Ouvir mal pode causar desconforto em situações sociais por não conseguir comunicar com as restantes pessoas de forma eficiente. Muitas vezes, a consequência é o isolamento, com o paciente de perda auditiva a evitar jantares, saídas e até situações mais corriqueiras como conversas em família em que a audição tenha um papel central.

 

Limitação da perceção sensorial

Como já dissemos anteriormente, a perda auditiva pode ter consequências a nível cerebral relacionadas com a diminuição dos estímulos sonoros. De acordo com vários estudos, a diminuição dos estímulos cerebrais causada pela perda auditiva - associada ao isolamento social que já tantas vezes referimos - afeta não apenas as áreas responsáveis pelo processamento do som e da linguagem, mas o cérebro inteiro. Não estimular o cérebro suficientemente vai gradualmente causando uma limitação da perceção sensorial a vários níveis, não apenas da audição.

 

Por todas estas razões corrigir a perda auditiva auditiva assim que ela é diagnosticada é essencial.