Situações do quotidiano desafiantes para utilizadores de aparelho auditivo

 

Os aparelhos auditivos são avanços científicos incríveis. Os pacientes com perda auditiva retiram grandes benefícios da utilização de aparelhos auditivos, sentindo um aumento significativo na qualidade de vida. No entanto, nem tudo é um mar de rosas. Há algumas ocasiões em que utilizar aparelho auditivo pode ser incómodo, mas com as estratégias certas os pacientes conseguem contornar estes obstáculos.

De seguida, enumeramos algumas situações do quotidiano que os utilizadores de aparelho auditivo normalmente não apreciam.

 

Ida ao cabeleireiro

Ir ao cabeleireiro é uma tarefa mais complicada para os utilizadores de aparelho auditivo do que para pessoas que não o utilizam. Lavagem, secagem e utilização de produtos fixantes como lacas são tudo procedimentos que exigem que o aparelho seja retirado pois a água, o calor e os químicos podem danificar o aparelho.

Sem o aparelho, o paciente fica com a sua capacidade auditiva diminuída.

 

Natação

Para quem gosta de um bom mergulho, a natação é um desporto adorado. Existem moldes para os aparelhos auditivos serem utilizados dentro de água mas nem toda a gente os possui nem confia que tornem o seu aparelho totalmente à prova de água.

 

Chuva

Para qualquer pessoa, ser apanhada por uma chuvada é uma experiência desagradável. Porém, para um utilizador de aparelho auditivo a chegada da chuva quando não possui guarda-chuva pode obrigá-lo a retirar o aparelho e guardá-lo em segurança. Na rua é especialmente desagradável uma vez que a pessoa pode deixar de ouvir os carros, buzinas, etc, o que é perigoso.


Ginásio

O exercício físico ajuda a saúde em geral. Porém, fazer exercício faz suar e o suor é um dos piores inimigos dos aparelhos auditivos, podendo danificá-los. Assim, será sempre preferível tirar o aparelho, o que dificulta a compreensão do instrutor, por exemplo, numa aula de grupo.

 

Todas estas situações são desafiantes para os utilizadores de aparelhos auditivos, mas não são impossíveis de contornar. Com o tempo, os pacientes vão arranjando técnicas para fazer o seu dia-a-dia o mais normalmente possível e de forma a que não deixem de fazer nada do que as outras pessoas fazem.